eu.
meu sangue tem um tom de arte
que eu, de verdade, não queria.
sem querer moldura,
e pela sina de se saber astuta
ela [a arte] pinga e escorre com fantasia,
vem e me mostra sem demasia,
a pintura rubra que vou sangrar,
sem nem saber querer,
brega, blasée e clichê,
até um tal de fim dos dias.

Te contei do pote né??
Lindo lilica…
E essa foto???
o poema “menina” é belo, tem força imagética, apesar de algumas palavras deslizantes… cuidado com elas. podem quebrar uma perna.
esse ressentimento do artista pequeno-burguês nesse discurso de apresentação é que é totalmente dispensável, na minha opinião.
abraço
1. É, tô sabendo. Mas as palavras deslizam pra dentro e pra fora o tempo todo, impreterivelmente
hehe . aaainnn um dia acerto a mão 

2. Não consigo dispensar esse ressentimento comigo mesma de dentro de mim.
brigadaaaao
:*******
Como eu não entendo nada de poesia está td lindo
Não liga para oposição!!
Te amooooooooooooo
O Hélio é o cara e a Elisa também…
hehehehe
eu também não entendo nada de poesia, sou pitaqueiro mermo.