Deverá doer
O amor do poeta pela sua poesia
Já que é dele a canção que ela pulsa em demasia?
Deverá arder dentro do seu peito
A dor de um amor intermitente
Ou a certeza de que suas palavras fugirão de si mesmas,
Sempre e sempre?
Mas poderá afinal,
A poesia ser dele eternamente?
Não! Eis que grita alguém
De bem perto ou bem longe.
A poesia não é mais do poeta,
Pois ela é outra,
Assim que ele mesmo,
Ou um outro a lê alerta.
“aos olhos dos outros, um homem é poeta se escreveu um bom poema. a seus próprios, só é poeta no momento em que faz a última revisão de um novo poema. um momento antes, era apenas um poeta em potencial; um momento depois, um homem que parou de escrever poesia, e talvez para sempre”.
“compreenderás que um poeta não pode dizer nada da poesia. isso fica para os críticos e professores. mas nem tu, nem eu, nem poeta algum sabemos o que é a poesia”.
não resisti em citar…
um poeta não seria o que procura a poesia (como drummond dizia…?)
eu li um livro cujo nome me fugiu agora


mas ele falava sobre o processo de criação dos artistas..
interminável e alheio a modificações alheias
tanto é que tentei MUITO evitar uma certa repetição de palavras aí p vc não me xingar de novo, mas num consegui.
Um dia vou lembra que palavra eu quero
bjo senhor MESTRE Hélio Dantas
hsauhsiuahsiuhaiushaiuhsiuahsuias
lisa, o fato é que andei ruminando hoje… talvez seja cedo demais pra tá te falando certas coisas. escreva. escreva livremente sem se preocupar com essas coisas. depois a gente conversa.
ah! e EU NÃO TE XINGUEI!!!
beijo
sai daaaaaaaaaaaaaae!! tu me dá é medo fuleragi!! Ei, eu tenho 22 anos, sô de aquário, preguiçosa e num li tudo, mas tenho tutano tá
Pode falá q eu aguento!! E se eu num gostá, te dou uma bicuda!
hsiuahsiuhausihauishuaihsiuas
bjooooooooooooooooo
ps: quando eu te conhecer, pretendo enxer teu saco
hehehehehe